Mero | Revista Pesca Esportiva

Mero


Nome científico: Epinephelus itajara

Família: Epinephelidae

Outros nomes comuns: Canapu, mero-canapu, canapu-guaçu, garoupa-mero, merote (quando pequeno).

Onde vive: A espécie é exclusiva do Atlântico; no lado ocidental, ocorre da Flórida (EUA) a Santa Catarina, raramente no Rio Grande do Sul. A espécie do Pacífico americano, considerada até recentemente como sendo a mesma, é atualmente tratada cientificamente como diversa.

Tamanho: Chega a cerca de 2,5 m e 450 kg. O recorde mundial da IGFA é da Flórida (EUA), de 1 961, com 308,44 kg, onde sua pesca também é hoje proibida. A IGFA, inclusive, estuda a possibilidade de eliminar este e outros peixes ameaçados de extinção da lista de recordes.

O que come: Caranguejos, lagostas, peixes, lulas, polvos e até tartarugas.

Quando e onde pescar: Nenhuma.

Status de conservação: Espécie considerada sob risco extremo. Sua pesca, captura ou comercialização são proibidas em todo o Brasil.

 

fonte: Bíblia do pescador 2010

Dicas de Pesca

Mesmo quando um mero entra acidentalmente na pesca de garoupa, por exemplo, e sofre o chamado barotrauma, é possível soltá-lo com eficiência. Para isso, deve-se furar sua bexiga natatória inflada, cuja posição é identificada unindo a nadadeira peitoral junto ao corpo. O furo pode ser feito com uma grossa agulha de injeção de cavalo ou, no caso de um peixe muito grande, com uma faca fileteira. O ferimento, de fácil cicatrização, permitirá que o peixe volte à sua profundidade original.

Jum Tabata
06/01/2015
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