O transporte e o uso de iscas vivas


Alec Krüse Zeinad
11/05/2017

Com procedimentos simples e eficazes, você pode colaborar para reduzir o impacto do transporte e uso de iscas vivas

  1. Procure usar iscas da própria região onde se pesca. A captura de iscas, principalmente pequenos peixes, é divertida e pode constituir um desafio à parte em sua viagem.
  2. Nunca solte as iscas vivas ao final da pescaria se elas forem provenientes de outras bacias hidrográficas. Sacrifique todas antes de soltá-las, para não causar alterações ambientais. Isso vale inclusive para moluscos, artrópodes (insetos, crustáceos etc) e vermes de outras regiões.
  3. Na aquisição de iscas nativas da região, dê preferência para as cultivadas em pisciculturas regionais, que demonstrem preocupação e responsabilidade ambiental.
  4. Viveiros de barcos e, sobretudo, a água que permanece guardada, são excelentes veículos de transmissão de doenças indesejadas e eventualmente pragas, como o mexilhão-dourado. Ao usar seu barco, desinfete bem as partes que permanecem por mais tempo úmidas antes de levá-lo para outra região do país e, principalmente, outra bacia hidrográfica. Use água sanitária na proporção de uma colher de sopa (ou cerca de 5 ml) para cada litro de água, e deixe agir por cerca de 20 a 30 minutos.

 

 

Foto: Alec Zeinad/Arquivo Revista Pesca Esportiva

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