A pescaria de Regiane Nubiato Cordeiro


Da Redação PESCA ESPORTIVA
13/01/2016

A pescadora da capital, São Paulo (SP), é destaque do mês de janeiro, no “BEM NA FOTO”.  Aqui, Regiane faz um relato da pescaria e ganha por seis meses a assinatura da Revista Pesca Esportiva

 

 

Era nossa segunda viagem à Amazônia e a segunda semana de pesca na região da cidade de Barcelos. Na primeira semana, ficamos acampados, com Allen Gadelha, no rio Aracá e, na outra, no barco-hotel Kalua. Já na primeira etapa da pescaria, começamos fisgando muitos Tucunarés, capturamos grandes exemplares. Mas foi o terceiro dia de pesca que meu troféu apareceu.

O lugar era um lago do rio Negro e o horário, por volta do meio dia. Meu marido, Rodrigo Ferreira Cordeiro, arremessava incansavelmente sua hélice, eu com a curisco , cor limão, lançava próximo a hélice quando, de repente, vem o tranco. O nosso guia Marquinhos (percebe que o peixe é grande e já puxa o barco para o meio do lago.

A briga começa, com muitas tomadas de linha e o peixe não mostra a cara. A ansiedade era imensa e a força do tucuna também. Quando ele subiu e o vimos pela primeira vez fiquei eufórica. Ele era lindo, enorme, com aquela cara enferrujada. Mas ele corre pro meio do lago novamente, não via a hora de embarcar aquele gigante. Finalmente ele se entrega, o guia coloca o alicate de contenção e o tucunaré-açú chocoalha e a isca voa longe. Que alívio!!!

Quando levantamos o monstro, conferimos que o tucunaré pesava 22 libras. Dez quilos de pura emoção! O emoção e o orgulho foi ainda maior porque tirei esse peixe com uma vara customizada de 20 libras, feita por mim. O problema foi levantar o tucuna para as fotos, com braços e pernas tremendo tamanha a adrenalina.

Depois de várias fotos, devolvemos o gigante para as águas do Negro, já que praticamos sempre a modalidade pesque, fotografe e solte. Recomendo!

 

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