9 dicas para se dar bem na superfície | Revista Pesca Esportiva

9 dicas para se dar bem na superfície


Da Redação PESCA ESPORTIVA
30/01/2017

 

  1. Dentes cortantes: para capturar peixes com essa característica, deve-se adicionar, na ponta do líder, um empate de arame, rígido ou flexível, com 10 a 20 centímetros, dependendo do tamanho da espécie visada;
  2. Dentes não-cortantes: para peixes como tucunaré, aruanã, apapá e bicuda, basta usar um snap para facilitar a substituição das iscas;
  3. Garatéias: devem ser resistentes à espécie-alvo, sendo conferidas a todo momento, principalmente após grandes batalhas, para checagem de possíveis aberturas, rompimentos e amassados;
  4. Iscas grandes: podem causar grande impacto na caída. Para evitar assustar um possível troféu nesse momento, é aconselhável usar o arremesso pitching, a curtas e médias distâncias. Para realizá-lo, basta segurar a isca com uma das mãos e a vara com a outra. Baixe e erga a ponta da vara, soltando a isca no momento da subida. Ela deve percorrer um movimento de pêndulo até seu destino;
  5. Onde arremessar: podemos citar, entre as principais estruturas, as imediações rasas de praias, as galhadas visíveis na beirada ou no centro de rios e lagos marginais, os arredores de bancos de areia, as ilhas (submersas ou não), as pedreiras em baías ou corredeiras, os pés de cachoeiras, as linhas divisórias de águas calmas e águas rápidas, as entradas de lagoas e os barrancos. Sempre que possível, arremesse alguns metros além do ponto, para que o predador acompanhe o movimento da isca por mais tempo;
  6. Cores: a dica é experimentar diferentes cores num mesmo local, até despertar os primeiros ataques. Tenha, basicamente, três padrões na caixa: cores fortes (como firetiger e chartreuse), cores naturais ou neutras (opacas, brancas, pretas) e cores metalizadas (prateadas e douradas).
  7. Principais modelos:

– “Zara” ou jumping bait: trabalha em zigue-zague, deslizando sobre a água;

– Pencil popper: tem comportamento semelhante, com a diferença de espalhar mais água para os lados, devido ao formato da cabeça;

– Popper: joga água para a frente, imitando um peixe atacando na superfície;

– Stick: quando estática, fica na vertical. Em movimento, pode afundar de cabeça, ziguezaguear ou saltar. O pescador manda em sua ação;

– Hélice: seu trabalho estridente é indicado para “levantar” os predadores. Se não concretizar ataques, deve ser substituída por outro modelo, mais discreto;

  1. Persistência: arremesse pelo menos três vezes em locais promissores. Muitas vezes, o peixe deixa de atacar na primeira vez por não ter fome, por estar descansando ou por não sentir-se ameaçado;
  2. Velocidade de trabalho: alterná-la de tempos em tempos é fundamental, até descobrir qual o ritmo que melhor se “casa” com o nível de atividade dos peixes.

 

 

Foto: Arquivo/Revista Pesca Esportiva

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